quarta-feira, 8 de junho de 2011

O Jardim da Realidade

A alma vidente percebe a loucura de louvar outro além do Criador.
O "eu" é um servo em seu cortejo: a razão um calouro em sua escola.
Que é a razão nesta hospedaria, senão um rabisco torto da caligrafia de Deus?
Se Ele não tivesse se mostrado, como poderiamos tê lo conhecido?
A menos que Ele nos mostre o Caminho, como podemos conhecê lo?
Tentamos racionalizar nosso caminho até Ele: não funcionou;
mas do momento em que desistimos, nenhum obstáculo permaneceu.
Ele se apresentou a nós por bondade: de que outra forma poderiamos tê lo conhecido?
A razão nos levou até a porta, mas foi Sua Presença que nos deixou entrar.
Mas como poderás jamais conhecê  lo enquanto fores incapaz de conhecer te a ti mesmo?
Posto que um é um, nem mais nem menos: o engano começa com a dualidade;
a unidade não conhece o engano.
O lugar ele próprio não tem lugar:
como podería haver lugar para o Criador do lugar, céu para o artífice do céu?
A via que tu mesmo deves percorrer
consiste em polir o espelho do teu coração.
Não é com rebelião e discórdia que o espelho do teu coração é polido
limpo da ferrugem da hipocrisia e descrença:
teu coração é polido por tua certeza
-pela pureza inadulterável da tua fe-

A que vos fala...

A que vos fala...
Sou uma mensageira do meu tempo, estudei música teatro medicina jornalismo e história; conheci o mestre Juan -em Teatro Buenos Aires- aprendi a desaprender tudo isso e a me reconectar com a fonte; com a #linguagemdascores, a lógica do Cosmos e a Cosmologia xamánica, vem para condensar toda essa experiencia; hoje calculo mapas cosmológicos, guio reprogramações e analiso jogos de pedras como terapia. Aplico todos estes conhecimentos no Planetas Studio, virtual e presencialmente; vivencio a transformação!

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